Foto: Secom

Estados do Sul unem esforços para manter a saúde dos rebanhos e proteger o agronegócio

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Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul reforçam parceria para fortalecer o agronegócio na região. Na quarta-feira, 08, o Fórum Nacional de Executores de Defesa Agropecuária da Regional Sul (Fonesa Sul) reuniu os secretários da Agricultura de SC e do RS, Altair Silva e Helena Pan Rugeri, além de técnicos e lideranças do setor produtivo, para discutir a sustentabilidade das áreas livres de febre aftosa e peste suína clássica, atividades de vigilância em conjunto, alerta da cigarrinha do milho e calendário de plantio da soja. O encontro aconteceu durante a 44ª Expointer, em Esteio (RS).

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Em sua fala, o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva, destacou a importância da união dos Estados do Sul. “Estamos construindo políticas públicas em conjunto para o fortalecimento do agronegócio no Sul do Brasil, que é a principal região do país produtora de proteína de origem animal. E essa interlocução é importantíssima para que possamos avançar e conquistar mais mercados para o Brasil e especialmente para os Estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.”

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O agronegócio da região Sul entra em um novo momento após a conquista do certificado internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação pelo PR e RS – mesmo status conquistado pelos catarinenses em 2007. Pela primeira vez em 20 anos, os produtores de Santa Catarina, que levaram bovinos para exibição na Expointer, poderão trazê-los de volta ao Estado.

“Esse é um marco histórico para os produtores de Santa Catarina. Muitos pecuaristas já levavam seus animais para a Expointer, inclusive ganhando prêmios importantes, porém não era possível retornar ao Estado. Entramos agora em uma nova fase, com nossos vizinhos também reconhecidos como área livre de febre aftosa sem vacinação, e temos certeza de que isso abrirá muitas portas para o agro catarinense”, afirmou Altair Silva.

Expointer

Este ano, são 237 animais provenientes de propriedades catarinenses inscritos na Expointer, sendo 77 bovinos, 85 ovinos, 48 equinos e 27 caprinos. A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) ressalta que os animais que não forem comercializados na Expointer poderão retornar a Santa Catarina, desde que os critérios sanitários para cada espécie sejam obedecidos – garantindo a rastreabilidade e a proteção do agronegócio catarinense.

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