Ministério Público contesta decisão do Tribunal do Júri que reconheceu legítima defesa e pede nova análise do caso
Adriana era acusada de homicídio qualificado pela morte do marido, Sedinei Wawczinak, de 42 anos - Foto: Reprodução O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) recorreu da decisão do Tribunal do Júri que absolveu a ex-vereadora Adriana Terezinha Bagestan, acusada de matar o marido em Paial, no Oeste catarinense. A informação foi divulgada pelo portal NDMais.
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A absolvição foi definida na quarta-feira, 11 de fevereiro, quando os jurados aceitaram a tese de legítima defesa apresentada pela defesa. Com o recurso protocolado pelo Ministério Público, caberá agora à Justiça analisar se mantém a decisão ou se determina a realização de um novo julgamento.
Adriana era acusada de homicídio qualificado pela morte do marido, Sedinei Wawczinak, de 42 anos. Conforme a denúncia, o disparo teria sido efetuado enquanto ele dormia, o que, segundo a acusação, teria impossibilitado qualquer chance de defesa. O crime ocorreu dentro da residência da família, onde o casal vivia com os dois filhos.
Durante o julgamento, a defesa sustentou que a ex-vereadora foi vítima de violência doméstica ao longo dos 15 anos de relacionamento e que teria agido para proteger a própria vida e a dos filhos.