Quatro homens foram indiciados pela Polícia Civil
Crime brutal ocorreu na virada do ano em Cunha Porã - Foto: Reprodução A investigação da Polícia Civil sobre o assassinato de um adolescente de 15 anos, encontrado decapitado em Cunha Porã, revelou novos detalhes sobre a brutalidade do crime. Entre os relatos reunidos no inquérito, testemunhas afirmam que um dos suspeitos teria simulado estar jogando futebol com a cabeça da vítima após o homicídio.
:: Quer receber gratuitamente notícias por WhatsApp? Acesse aqui
O crime ocorreu na noite de Réveillon, entre os dias 31 de dezembro de 2025 e 1º de janeiro de 2026, e mobilizou forças de segurança da região devido à violência do caso. Ao final das investigações, quatro homens, com idades de 21, 23, 27 e 30 anos, foram indiciados.
Segundo a Polícia Civil, o adolescente saiu de casa por volta das 23h30 do dia 31 de dezembro, informando à família que iria assistir à queima de fogos de artifício. No entanto, ele não retornou, o que levou os familiares a registrarem o desaparecimento.
Dois dias depois, em 2 de janeiro de 2026, equipes policiais localizaram o corpo do adolescente em uma área de mata no município. A vítima apresentava sinais de extrema violência e estava decapitada, sem a cabeça no local.
As investigações conduzidas pela Delegacia de Investigação Criminal (DIC) de Maravilha também apontaram que os envolvidos teriam gravado vídeos e tirado fotos exibindo a cabeça da vítima. Além disso, testemunhos indicam que um dos suspeitos teria simulado estar jogando futebol com a cabeça do adolescente — comportamento que, segundo os investigadores, demonstra desprezo pela vida e desrespeito ao cadáver.
O caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil, que trabalha para esclarecer completamente as circunstâncias do crime.