Ex-presidente está há seis dias sem soluços e iniciou fisioterapia durante recuperação de pneumonia
Segundo Michelle Bolsonaro, ex-presidente apresenta estabilidade clínica e ausência de soluços Foto: Carlos Bolsonaro O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou melhora em seu estado de saúde e está há seis dias sem episódios de soluços, conforme atualização divulgada neste sábado, 04 de abril, por Michelle Bolsonaro nas redes sociais.
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A evolução ocorre após um período de 14 dias de internação devido a um quadro de pneumonia bacteriana bilateral. Segundo Michelle, Bolsonaro já iniciou sessões de fisioterapia, etapa considerada importante no processo de recuperação.
“Bom dia. Galego está há seis dias sem soluções, conseguindo fazer a fisioterapia! Motivo mais do que suficiente para me alegrar e agradecer”, publicou.
Recuperação monitorada e possível cirurgia
A melhora do ex-presidente é acompanhada por aliados e pela defesa, especialmente porque ele cumpre prisão domiciliar humanitária. A estabilização do quadro clínico é fundamental para a realização de uma cirurgia no ombro direito, ainda pendente.
Na sexta-feira, 03 de abril, a defesa protocolou um relatório no Supremo Tribunal Federal detalhando a condição física de Bolsonaro. O documento aponta dores intensas no ombro, que devem ser tratadas por meio de artroscopia.
De acordo com informações médicas, o procedimento só será realizado após a recuperação completa do quadro infeccioso, reduzindo riscos cirúrgicos.
Tratamento após pneumonia
Bolsonaro recebeu alta no dia 27 de março, após duas semanas internado em uma unidade de saúde em Brasília. O diagnóstico foi de pneumonia bacteriana bilateral, causada por broncoaspiração — quando substâncias entram nas vias respiratórias.
Atualmente, o ex-presidente segue um protocolo de recuperação que inclui fisioterapia respiratória, reabilitação cardiopulmonar, fisioterapia motora e monitoramento da função renal.
Segundo o médico Brasil Caiado, a previsão é que a cirurgia no ombro possa ser realizada no final de abril, caso a evolução clínica continue positiva.