Decisão impõe restrições para proteger crianças e adolescentes após denúncia do Ministério Público
O professor está proibido de ministrar aulas particulares - Foto: Reprodução Um professor particular do Meio-Oeste de Santa Catarina foi denunciado por suposto assédio sexual contra crianças e adolescentes pelo Ministério Público de Santa Catarina. A Justiça determinou medidas cautelares que proíbem o profissional de exercer atividades com estudantes desse público.
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De acordo com o MPSC, o suspeito teria enviado mensagens constrangedoras a alunos por meio de aplicativos, com intenção de favorecimento de natureza sexual, utilizando-se da posição de confiança decorrente da função exercida.
Entre as determinações, o professor está proibido de ministrar aulas particulares, tanto de forma presencial quanto online, além de não poder divulgar seus serviços na internet. Ele também não pode manter contato ou se aproximar das supostas vítimas e de quaisquer estudantes do ensino fundamental e médio.
Segundo a promotora de Justiça Francieli Fiorin, as medidas são necessárias para evitar a repetição das condutas investigadas e garantir a proteção das vítimas.
“A proteção de crianças e adolescentes exige vigilância constante e respostas proporcionais à gravidade dos fatos, garantindo que o ambiente educacional permaneça um espaço seguro, de confiança e desenvolvimento”, destacou.
O caso segue em investigação.