As novas revelações sobre uma troca de mensagens envolvendo Daniel Vorcaro, do Banco Master, e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, escancara mais uma vez a podridão que predomino no sistema que aniquila a cada dia a população brasileira.
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O caso não apenas reforça a percepção de que existe um sistema político profundamente conectado entre governo, Congresso e setores do Judiciário. Nos força a responder nas urnas contrata esse sistema fétido.
Outro ponto que chama atenção é que a resposta atribuída ao ministro não pôde ser auditada, pois teria sido enviada em modo de visualização única. Esse detalhe apenas aumenta as dúvidas e reforça a percepção de que algo precisa ser esclarecido com mais transparência, afinal não deixar uma resposta gravada é muito óbvio: tem algo sujo em baixo deste tapete.
Mensagens encontradas no celular do banqueiro indicam que ele procurou o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, pelo WhatsApp na manhã do dia em que acabou sendo preso. No conteúdo recuperado pelos investigadores, Vorcaro escreveu: “Fiz uma correria aqui para tentar salvar. Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?”.
Nos registros do aparelho aparecem respostas atribuídas ao ministro, porém enviadas em modo de visualização única, o que fez com que o conteúdo não pudesse ser recuperado posteriormente.
O caso passou a chamar atenção justamente porque as mensagens desapareceram após serem visualizadas, impedindo que se saiba exatamente qual foi o teor da resposta.
Com o país se aproximando de mais um ciclo eleitoral, temas como esse tendem a ganhar peso no debate público. O eleitor, cada vez mais atento, busca compreender melhor o funcionamento do sistema político e cobrar mudanças quando considera necessário.
Independentemente das posições ideológicas, o fato é que o Brasil vive um momento perigoso se manter essa turma de corruptos no poder. E essa resposta só é possível nas urnas, com voto contrário a essas sujeiras que de certa forma nos tiram até pra idiotas.
Em pelo menos 16 estados, diretórios do MDB já se manifestam contrários a uma aliança nacional com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para as eleições de 2026.
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Em Santa Catarina, o diretório estadual também entrou nesse movimento e divulgou nesta semana manifesto se posicionando contra a composição com o Partido dos Trabalhadores.
No vídeo divulgado aparecem os deputados Carlos Chiodini, Rafael Pezenti e Valdir Cobalchini reforçando esse posicionamento após entregarem o documento ao presidente nacional da sigla, deputado federal Baleia Rossi.
O gesto ocorre justamente no momento em que, nos bastidores de Brasília, avançam conversas sobre a possibilidade de o MDB indicar o candidato a vice na chapa de reeleição de Lula em 2026.
Enquanto a cúpula nacional ainda conversa, na base partidária — especialmente nos estados — o recado começa a ser dado de forma cada vez mais direta. A maioria dos emedebistas não quer vínculo com o atual presidente em outubro.
Blog do Bordignon
Em 2004, colou grau em jornalismo pela Universidade do Sul de Santa Catarina. É editor da edição impressa da Revista Única e, dos portais, www.lerunica.com.br e www.portal49.com.br.