Ator e diretor morreu neste domingo, 06, em São Paulo
Causa da morte não foi divulgada - Foto: Reprodução O ator e diretor Roney Facchini morreu neste domingo, 06 de setembro, aos 73 anos, em São Paulo. Com uma trajetória de décadas no teatro, no cinema e na televisão, o artista ficou conhecido por trabalhos em produções como Rá-Tim-Bum, Malhação e Cheias de Charme. A causa da morte não foi divulgada.
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Ao longo da carreira, Facchini também participou de produções como Caras & Bocas e A Diarista, além dos filmes Cilada.com, Vai que Dá Certo e Meu Amigo Hindu.
Nascido em São Paulo, em 1953, Roney Facchini teve uma carreira marcada pela versatilidade e pela atuação em diferentes gêneros e formatos.
Antes de se dedicar profissionalmente à carreira artística, formou-se em Engenharia Civil pela Escola de Engenharia Mauá, em 1977. Posteriormente, passou a atuar no teatro e em produções para o cinema e a televisão.
Papel em ‘Rá-Tim-Bum’ marcou carreira
Um dos trabalhos mais lembrados de Facchini foi no programa infantil Rá-Tim-Bum, exibido pela TV Cultura entre 1990 e 1994.
Na produção, interpretou Luís da Silva, pai da família Silva, contracenando com Grace Gianoukas. O programa se tornou um dos clássicos da televisão infantil brasileira.
Facchini também teve passagens por emissoras como SBT, Record e TV Globo. Na Globo, integrou o elenco de produções como Malhação, Cheias de Charme, Caras & Bocas e A Diarista.
No cinema, participou de Cilada.com (2011), Vai que Dá Certo (2013), Meu Amigo Hindu (2015) e Polícia Federal: A Lei É para Todos (2017).
Amigos e artistas prestam homenagens
A morte do ator foi confirmada pelo perfil oficial do Prêmio Bibi Ferreira, premiação dedicada ao teatro musical brasileiro. A informação também foi confirmada pelo companheiro de Facchini e por amigos próximos.
Artistas como Enrique Diaz, Lucio Mauro Filho, Blota Filho, Claudio Lins e Sandra Corveloni lamentaram a morte.
O ator Nilson Bicudo, amigo de Facchini, também prestou uma homenagem nas redes sociais e destacou a generosidade, o talento e o humor do artista. Bicudo contou ainda que havia conversado com o amigo pela última vez na terça-feira anterior à morte.