Segunda fase da investigação contra o tráfico de drogas e organização criminosa teve ações em quatro municípios e terminou com uma prisão em flagrante
As diligências foram realizadas em Maravilha, Pinhalzinho e São Miguel do Oeste - Foto: Reprodução A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 03 de setembro, a segunda fase da Operação Argos, voltada ao combate ao tráfico de drogas e à atuação de organização criminosa na região de Maravilha, no Oeste catarinense.
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Coordenada pela Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Maravilha, a operação cumpriu 11 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário.
As diligências foram realizadas em Maravilha, Pinhalzinho e São Miguel do Oeste, em Santa Catarina, além de Foz do Iguaçu, no Paraná.
Suspeito é preso durante as buscas
Durante o cumprimento das ordens judiciais, uma pessoa foi presa em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo.
No imóvel alvo da ação, os policiais apreenderam cocaína, munições dos calibres .32 e .38 e outros materiais que serão analisados no decorrer da investigação.
A operação mobilizou policiais civis das Regionais de Maravilha, São Miguel do Oeste e Chapecó. Em Foz do Iguaçu, as equipes catarinenses tiveram apoio da Polícia Civil do Paraná.
Segunda fase é resultado do avanço das investigações
A primeira fase da Operação Argos foi realizada em 5 de fevereiro de 2026, quando foram cumpridas 18 ordens judiciais, sendo nove mandados de prisão temporária e nove de busca e apreensão.
Na época, a investigação buscava desarticular um grupo suspeito de atuar principalmente na distribuição de maconha e cocaína em Maravilha e municípios da região.
A análise dos materiais e das informações obtidas durante a primeira etapa permitiu a identificação de novos fatos e possíveis vínculos entre os investigados. A partir disso, novas medidas judiciais foram solicitadas e cumpridas nesta quinta-feira.
Investigação segue em andamento
A DIC de Maravilha continuará analisando os materiais apreendidos durante a segunda fase da operação.
Segundo a Polícia Civil, o trabalho busca esclarecer os fatos investigados e individualizar a responsabilidade dos envolvidos. As investigações permanecem em andamento.