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Paciente de Seara se recupera após internação por hantavirose

Estado descarta situação de alerta

Por Redação, Portal 49
12/05/2026 - 08h33
Caso registrado em fevereiro mobilizou equipes de saúde - Foto: Reprodução

A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina informou que o caso mais recente de hantavirose registrado no estado ocorreu em fevereiro deste ano, no município de Seara. A paciente, moradora da área rural, precisou ser internada e permaneceu hospitalizada por 16 dias, mas apresentou boa evolução clínica e recebeu alta no mês seguinte.

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Apesar da repercussão recente envolvendo a doença, as autoridades estaduais reforçam que não existe cenário de emergência sanitária em Santa Catarina. O monitoramento da hantavirose segue sendo realizado de forma contínua, com protocolos específicos para identificação, diagnóstico e acompanhamento de possíveis casos.

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Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, a atenção em torno do tema aumentou após a divulgação de ocorrências relacionadas à doença em um navio de cruzeiro. No entanto, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina esclareceu que a variante identificada naquela situação é diferente da registrada no estado catarinense. Conforme os órgãos de saúde, não há evidências de transmissão entre pessoas em Santa Catarina.

O contágio está associado principalmente ao contato com secreções de roedores silvestres infectados, especialmente em ambientes como galpões, depósitos, lavouras e locais fechados por longos períodos.

Entre os anos de 2020 e 2026, o estado contabilizou 92 casos confirmados da doença. Conforme os dados da vigilância epidemiológica, os números permanecem dentro do padrão considerado esperado para esse tipo de infecção, que possui baixa incidência em comparação a outras enfermidades.

A hantavirose é causada por vírus do gênero Orthohantavirus e pode provocar sintomas como febre, dores no corpo, mal-estar e dificuldade respiratória. Em situações mais graves, a doença pode comprometer os pulmões.

Especialistas orientam que pessoas que tenham contato com ambientes considerados de risco e apresentem sintomas procurem atendimento médico rapidamente, informando a possível exposição.

As autoridades reforçam que a principal forma de prevenção continua sendo o cuidado com os ambientes, evitando locais com sinais de roedores e adotando medidas de higiene, ventilação e uso de equipamentos de proteção durante limpezas.

As equipes de vigilância seguem acompanhando a situação e destacam que a informação correta é fundamental para evitar alarmismo, reforçando que não há motivo para pânico no momento.

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